II Seminário Internacional Histórias do Pós-Abolição no Mundo Atlântico - 130 anos de abolição no Brasil | Contato: posabolicao2@gmail.com

II SEMINÁRIO INTERNACIONAL

Histórias

do Pós-Abolição

no Mundo Atlântico

130 ANOS DE ABOLIÇÃO NO BRASIL

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

PROGRAMAÇÃO

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Programação Geral

 

 

 

Credenciamento: Dia 1: 18h às 19h30; Dias 2, 3 e 4: 9h às 12h.

 

Programação completa (clique em cada evento para maiores informações):

-- DIA 1 - 15 DE MAIO, TERÇA-FEIRA --

14h-15h50:

Painel 1 − Associativismos Negros no Brasil

Painel 2 − Trajetórias e experiências de racialização e racismo em espaços militares

Painel 3 − Territórios, educação e história pública

Painel 4 − Conflitos e aspirações: gênero, trabalho e direito à terra no pós-abolição

16h-17h50):

Painel 5 − Trânsitos e trajetórias negras na liberdade

Painel 6 − Saídas para a liberdade e continuidades da escravidão

Painel 7 − Lutas escritas: abolicionismos, liberdades e imprensa

18h30:

MESA DE ABERTURA

19h-21h:

CONFERÊNCIA DE ABERTURA

 

-- DIA 2 - 16 DE MAIO, QUARTA-FEIRA --

9h-12h:

MESA REDONDA 1

14h-15h50:

Painel 8 − Trajetórias de artistas negros/as: teatro, música e artes plásticas

Painel 9 − Diálogos Transnacionais − Américas e Caribe

Painel 10 − Trajetórias de indivíduos negros entre a escravidão e a liberdade

Painel 11 − Experiências de educação antirracista no ensino de história

16h-17h50:

Painel 12 − Metodologias e desafios da História Pública

Painel 13 − Clubes negros: espaços de muitas vozes

Painel 14 − Diálogos Transnacionais – África e Diáspora

18h30-20h:

PÔSTERES DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E GRADUAÇÃO 

-- DIA 3 - 17 DE MAIO, QUINTA-FEIRA --

 9h-12h:

​MESA REDONDA 2

14h-15h50:

Painel 15 − História da Educação: sujeitos negros, coletividades e iniciativas

Painel 16 − Cultura e política: festas e músicas negras no pós-abolição

Painel 17 − Conexões campo-cidade e as migrações negras no pós-abolição

Painel 18 − Questões para a educação antirracista no ensino de história

16h-17h50:

Painel 19 – Maternidade, infância e os caminhos da liberdade no pós-abolição

Painel 20 – Abolicionismos: sujeitos, projetos e conflitos

Painel 21 − Controle, criminalização e possibilidades acesso à justiça para sujeitos negros

18h30-20h:

FÓRUM “MICROFONE ABERTO” DE ENSINO DE HISTÓRIA DO PÓS-ABOLIÇÃO NO MUNDO ATLÂNTICO

-- DIA 4 - 18 DE MAIO, SEXTA-FEIRA --

9h-12h:

MESA REDONDA 3

14h-15h50:

Painel 22 − Trabalhadores negros na escravidão e no pós-abolição: diálogos sobre presenças permanentes

Painel 23 – Quilombos, reconhecimentos e reparações

Painel 24 – Indivíduos coletivos: trajetórias de homens e mulheres negras na liberdade

16h-17h50:

Painel 25 – Mulheres negras: gênero, trabalho e mobilidade social na escravidão e no pós-abolição

Painel 26 – Movimentos Negros e formulação de agendas de reparação

Painel 27 − Intelectualidade negra e pensamento social

19h-21h:

CONFERÊNCIA DE ENCERRAMENTO

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Programação detalhada:

-- DIA 1 - 15 DE MAIO, TERÇA-FEIRA --

Painel 1 − Associativismos Negros no Brasil

15 de maio (terça-feira) - 14h-15h50 - Sala 907

Coordenador: Júlio Cesar da Rosa (Unisinos)

Confrades operários: cidadania sob a perspectiva da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos do Pelourinho (Salvador, 1888-1930) − Mariana de Mesquita Santos (UnB)

"Arrimo aos que a ela recorrem": mutualismo e identidade racial na Sociedade Protetora dos Desvalidos (Salvador, 1861-1894) − Lucas Ribeiro Campos (UFBA)

Cultura Associativa em Manaus: trabalho e recreação no Bloco Primeiro de Maio − Richard Kennedy Nascimento Candido (UFRRJ)

Cores associativas: Perspectivas comparadas sobre associações negras, século XX − Stephane Ramos da Costa (UFRRJ)

Painel 2 – Trajetórias e experiências de racialização e racismo em espaços militares

15 de maio (terça-feira) - 14h-15h50 - Sala 910

Coordenador: Álvaro Pereira do Nascimento (UFRRJ)

Trajetórias, resistências e relutância institucional da presença negra nas Forças Armadas num regime ditatorial: o caso das FFAA brasileiras no Estado Novo (1937-1945) − Francisco Carlos Teixeira da Silva (CPDA/UFRRJ e IH/UFRJ)

Capitão-Tenente Antonio Mariano de Azevedo, um oficial abolicionista da Armada Imperial: as alforrias concedidas no Estabelecimento Naval do Itapura e Colônia Militar (1858-1868) − Jéssica de Freitas e Gonzaga da Silva (Escola de Guerra Naval)

Marechal João Baptista de Mattos: “Um estímulo à juventude pobre e estudiosa” − Alessa Passos Francisco (UFF)

Os militares e os usos políticos do abolicionismo − Rodrigo Goyena Soares (USP)

Painel 3 − Territórios, educação e história pública

15 de maio (terça-feira) - 14h-15h50 - Sala 912

Coordenadora: Paula Ferreira Vermeersch (Unesp – Presidente Prudente)

Guia da Experiência Negra: um passeio histórico por São Paulo − Fernanda Fragoso Zanelli (USP) e Fábio Dantas Rocha (Unifesp)

Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos: entre memória, luta e produção de conhecimento − João Raphael Ramos dos Santos (UFRJ)

O terreiro de umbanda: espaço de reeducação das relações étnico-raciais − Luziara Miranda de Novaes (UFRRJ)

Lugares de Memória da Tortura e Morte na São Paulo escravista − Patrícia Cristina Rodrigues de Oliveira (UFABC)

 

Painel 4 − Conflitos e aspirações: gênero, trabalho e direito à terra no pós-abolição

15 de maio (terça-feira) - 14h-15h50 - Sala 913

Coordenadora: Lucimar Felisberto dos Santos (UFRJ)

“Olorum ekê, meus avós foram escravos, os meus filhos não serão'”: gênero, raça e criminalidade no mundo social de ex-escravas na cidade de Oliveira, Minas Gerais (1890-1905) − Cleudiza Fernandes de Souza (UFSJ)

A Trajetória de Michelina Africana: Identidades, Escravidão e Pós Abolição na Freguesia de Nossa Senhora do Pilar − Nielson Rosa Bezerra (UERJ)

Experiências e tensões entre trabalhadores negros e imigrantes europeus na cidade de São Paulo (1900-1930) − Victor Doutel Pastore (USP)

“Aos camponeses só falta a terra”: lutas por acesso a terras no Iguape, na sociedade de pós-abolição − Ana Paula Batista da Silva Cruz (UFRRJ)

Painel 5 – Trânsitos e trajetórias negras na liberdade

15 de maio (terça-feira) - 16h-17h50 - Sala 912

Coordenadora: Ivana Stolze Lima (Fundação Casa de Rui Barbosa)

Da província à corte: a trajetória do negro maranhense Eduardo Ribeiro, rumo ao Rio de Janeiro − Geisimara Soares Matos (UFRJ)

Marcos Rodrigues dos Santos (1897-1968), uma trajetória: raça, trabalho e política no pós-abolição da Bahia − Lucas Andrade (UFBA)

Sobre o “horror” de haver sido “escrava” a “avó de um Senador”: O Visconde de Jequitinhonha e as ideias sobre abolição, raça e política na imprensa das últimas décadas do século XIX − Sebastião de Castro Junior (Unicamp)

Fragmentos da trajetória do pardo Valentim Gomes Tolentino − Ana Paula Dutra Bôscaro (UFJF)

Painel 6 - Saídas para a liberdade e continuidades da escravidão

15 de maio (terça-feira) - 16h-17h50 - Sala 910

Coordenadora: Iraneide Soares da Silva (UESPI)

Escravidão e alforria de crianças: a experiência escravocrata na Cidade de Goiás do século XVIII − André Lúcio Bento (UFG)

A escravidão no Sul do Brasil – estudos de caso: Taquari, Estrela e Santo Amaro/RS, no século XIX − Karen Daniela Pires (Univates)

Escravidão e pós-abolição na Colônia Leopoldina, Bahia: 1883-1890 − Ricardo Tadeu Caires Silva (Unespar)

Entre o local e o provincial: escravidão, emancipação e política em Alagoinhas (1871-1888) − Aline Najara Gonçalves (UFRRJ)

Painel 7 − Lutas escritas: abolicionismos, liberdades e imprensa

15 de maio (terça-feira) - 16h-17h50 - Sala 913

Coordenadora: Ana Flávia Magalhães Pinto (UnB)

Pela liberdade, o caos: as lutas sociais pela Abolição na cidade de São Paulo (1887-1888) − Fábio Dantas Rocha (Unifesp)

“Os homens do amanhã – as crianças de hoje!”: Infância, trabalho, instrução e raça na obra de Luís Gomes Loureiro em “O Tico-Tico” (1907-1919) − Alexandre Rocha da Silva (Unicamp)

Experiências e vivências negras em Bagé/RS no Pós-abolição: Clubes Sociais, carnaval e imprensa negra na fronteira sul do Brasil − Tiago Rosa da Silva (UFPel)

Agostinho Leandro da Costa: um “narrador” negro na Curitiba do pós-abolição − Pamela Beltramin Fabris (UFPR)

 

MESA DE ABERTURA - 

15 de maio (terça-feira) - 18h30 - Auditório do 12º andar

Ana Flávia Magalhães Pinto (UnB) e Eric Brasil (Unilab/Malês) – Coordenação do GT Nacional Emancipações e Pós-Abolição/Anpuh
Álvaro Pereira do Nascimento (UFRRJ)
Fernanda Oliveira da Silva (UFFRJ)
Hebe Mattos (LABHOI/UFF/UFJF)
Ivana Stolze Lima (Fundação Casa de Rui Barbosa)
Martha Abreu (UFF)
Ynaê Lopes dos Santos (Fundação Getúlio Vargas)

CONFERÊNCIA DE ABERTURA - O Problema da Escravidão na Era do Império / The Problem of Slavery in the Age of Empire

15 de maio (terça-feira) - 19h-21h - Auditório do 12º andar

Conferencista: Thomas Holt (University of Chicago)

Mediadora: Hebe Mattos (LABHOI/UFF/UFJF)

Haverá tradução

-- DIA 2 - 16 DE MAIO, QUARTA-FEIRA --

MESA REDONDA 1 - O Pós-Abolição nas Américas como problema historiográfico

16 de maio (quarta-feira) - 9h-12h - Auditório do 12º andar

Descrição: Os séculos XIX e XX foram marcantes para africanos/as e seus descendentes no Mundo Atlântico. O dinamismo da escravidão, a implementação de leis emancipacionistas, a abolição total do trabalho escravo, os tensionamentos entre empregadores e empregados nos mundos do trabalho e os conflitos entre valores e costumes nos vínculos sociais forjados em novas bases são partes de um processo histórico que se alonga até os dias atuais, presentes na invisibilização das diversas trajetórias da população negra, nas barreiras construídas por discursos racistas reelaborados na tessitura do tempo, nas dificuldades em se acessar as condições necessárias ao ensino e à profissionalização e a outros direitos sociais, e na criminosa desumanização do povo negro. Para debater essas questões, os trabalhos apresentados nesta mesa trarão elementos fundamentais para que possamos dar prosseguimento ao rico debate historiográfico sobre o assunto.

Ana Flávia Magalhães Pinto (UnB), Brodwyn Fischer (University of Chicago), Flávio Gomes (UFRJ) e Wlamyra Albuquerque (UFBA)

Coordenador: Álvaro Pereira do Nascimento (UFRRJ)

Painel 8 − Trajetórias de artistas negros/as: teatro, música e artes plásticas

16 de maio (quarta-feira) - 14h-15h50 - Sala 907

Coordenadora: Carolina Viana Dantas (FIOCRUZ)

Negociando espaços segregados: as estratégias utilizadas para acessar o mercado de arte moderna na trajetória de Agnaldo dos Santos − Bruno Pinheiro (Unicamp)

Gênero, raça e memória na trajetória de Léa Garcia no Teatro Experimental do Negro (1930-1950) − Julio Cláudio da Silva (UEA)

Entre o teatro, a música e luta política: considerações sobre a trajetória de Arnaldo Dutra (Porto Alegre – Primeira República) − Felipe Boher (UFF)

Protagonismo negro, cidadania e racismo na trajetória profissional do músico Patricio Teixeira Chaves (1920 a 1950) − Caroline Moreira Vieira Dantas (UERJ/FFP)

 

Painel 9 − Diálogos Transnacionais − Américas e Caribe

16 de maio (quarta-feira) - 14h-15h50 - Sala 912

Coordenadora: Clícea Maria Augusto de Miranda (Ipeafro)

Frederick Douglass: o olhar de um abolicionista negro estadunidense sobre escravidão e liberdade no Brasil Imperial − Luciana da Cruz Brito (UFRB)

Anticolonialismo, abolicionismo e antirracismo: Antonio Maceo, Ramón Emetério Betances e Gregorio Luperón – conexões transnacionais (1863-1895) − Iacy Maia Mata (UFBA)

Do canto na roça ao “bamboula”: canções, batuques, trabalho e resistência escrava no processo de abolição da escravidão no Caribe francês − Leticia Gregorio Canelas (Unicamp)

A negritude desde o Uruguai: escritos e vivências na/da sociabilidade negra na pós-abolição − Fernanda Oliveira da Silva (UFRRJ)

 

Painel 10 − Trajetórias de indivíduos negros entre a escravidão e a liberdade

16 de maio (quarta-feira) - 14h-15h50 - Sala 913

Coordenadora: Kim D. Butler (Rutgers University)

Entre a cidade escrava e a cidade livre: a experiência de 3 jovens no Recife dos anos 1880 e 1890 − Brodwyn Fischer (University of Chicago)

Do Sufrágio Universal no Império do Brasil: A participação de um liberto nas eleições na Província do Amazonas na década de 1850 − Tenner Inauhiny de Abreu (UEA/UnB)

“Uma classe da cor da epiderme”: visibilidade racial e usos políticos da cor durante o pós-abolição − Marcus Vinicius de Freitas Rosa (UFRGS)

Efigênia e seus filhos: estudo da trajetória de uma família de libertos − Daniele Weigert (USP)

 

Painel 11 − Experiências de educação antirracista no ensino de história

16 de maio (quarta-feira) - 14h-15h50 - Sala 910

Coordenadora: Verena Alberti (UERJ)

O movimento negro e a produção de cultura de luta antirracista: potências para a reeducação das relações étnico-raciais − Thayara Cristine Silva de Lima (UFRJ)

Sarau da Consciência Negra na Escola Técnica Estadual Imbariê (Faetec/Duque de Caxias/RJ) − Caroline Moreira Vieira Dantas (UERJ), Luiz Armando Dantas de Oliveira (UERJ/FAETEC), Elaine Barbosa da Silva (UFF)

Estudo sobre a diáspora negra − alunos e professores como sujeitos da aprendizagem − Marilu de Freitas Faricelli (PUC-SP)

Fazendo ouvir cantos de alegria e soluçar de dor: a experiência de uma visita à região da Pequena África no Rio de Janeiro com alunos do Ensino Médico Técnico − Pâmella Passos (IFRJ)

O Baú de Laudelina: proposta para um ensino de história antirracista − Fernanda Crespo (UFRJ)

Vlog Para de História − Higor Figueira Ferreira (Colégio Pedro II)

 

Painel 12 − Metodologias e desafios da História Pública

16 de maio (quarta-feira) - 16h-17h50 - Sala 907

Coordenação: Renata Moraes (UERJ)

A representação visual da escravidão em William Turner, um estudo de caso − Kleber Antonio de Oliveira Amancio (UFRB)

Narrativas orais, performance e trabalho de memória: questões para o estudo das “trajetórias de vidas negras” no movimento da história pública − Juniele Rabêlo de Almeida (UFF)

Prosopografia, uma possibilidade de método na pesquisa histórica sobre a trajetória do negro em Porto Alegre, 1786-1920 – Liane Susan Muller (Unissinos)

Contribuições críticas ao “Paradigma da Ausência”: a identidade negra como instrumento de luta entre os trabalhadores rurais, 1945-64 − Max Fellipe Cezario Porphirio (UFRRJ)

Painel 13 − Clubes negros: espaços de muitas vozes

16 de maio (quarta-feira) - 16h-17h50 - Sala 912

Coordenador: Paulo Moreira (UNISINOS)

Clube Social 24 de Agosto: centenário de um clube negro − Caiuá Cardoso Al-Alam (Unipampa)

Rainhas negras do Clube 24 de Agosto: identidades, representações e trajetórias de mulheres de um Clube Social Negro na fronteira Brasil-Uruguai − Giane Vargas Escobar (Unipampa)

Baluartes da liberdade: práticas e espaços associativos negros no século XIX − Jonatas Roque Ribeiro (Unicamp)

Ildefonso Juvenal e as associações de “homens de cor” em Florianópolis nos anos 1910 e 1920 − Luana Teixeira (UFSC)

 

Painel 14 − Diálogos Transnacionais – África e Diáspora

16 de maio (quarta-feira) - 16h-17h50 - Sala 913

Coordenadora: Mônica Lima (UFRJ)

Entre o discurso de liberdade e as práticas de trabalho forçado: memórias da política colonial salazarista (1930-60) − Giselda Brito Silva (UFRPE)

Passagens para África: associativismo negro paulistano e circulação de ideias anticoloniais, 1950-1970 − Mário Augusto Medeiros da Silva (Unicamp)

Corpos negros suportando culturas − Elias Alfama Vaz Moniz (Universidade de Santiago/República de Cabo Verde)

O Left Book Club in Jamaica: redes intelectuais anti-colonias entre o Caribe, a África e a Europa entre as duas Guerras Mundiais − Matheus Cardoso da Silva (USP)

PÔSTERES DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E GRADUAÇÃO

16 de maio (quarta-feira) - 18h30-20h - Auditório do 12º andar

Comentadoras/es: Edinelia Souza (Uneb), Fernanda Oliveira da Silva (UFRRJ), Ivana Stolze Lima (FCRB), Lúcia Helena Oliveira Silva (Unesp), Luciana da Cruz Brito (UFRB), Marcus Vinicius de Freitas Rosa (UFRGS)

Memórias da charqueada São Domingos e do Clube Social Negro 24 de Agosto: Racismo e Resistência em Jaguarão − Allan Mateus Cereda (Unipampa)

Os festejos da Lei Áurea: Memória da Abolição no Rio de Janeiro à luz do Jornal do Commercio − Anna Clara de Souza Costa Fonseca (FGV)

O movimento abolicionista face ao discurso colonialista na revolução haitiana de 1791 − Berno Logis (Unicamp)

Abolicionismo popular nos processos de territorialização étnica: o caso do Arraial da Penha, Rio de Janeiro, 1880-1900 − Flávia Patrocinio (UFRJ)

Na saúde e na doença: perfil social das mulheres pobres na Santa Maria/RS do início do século XX (1903- 1913) − Gabriela Rotilli dos Santos (UFSM)

Eu négo que aqui só tenha branco: experiências de um clube negro na cidade de Venâncio Aires/RS − Helen da Silva Silveira (UFSM)

Raça e classe nas páginas do jornal O Exemplo (1902-1920) − Liana Severo Ribeiro (UFRGS)

Estudo de caso do escravo pardo Joaquim músico na Freguesia de Sant'Anna do Piraí − Rio de Janeiro, Século XIX − Márcia Carneiro Monsores (UniRio)

O clube Mundo Velho: Espaço de expressão e sociabilidades no pós-abolição − Marlon Marcelo (UFMG)

Grupo Canela Preta e o racismo no futebol em Porto Alegre − Maurício da Silva Dorneles (UFGRS)

A liberta no pós-abolição: discriminação e estigmas para “não abusar da liberdade − Raquel de Souza Martins Lima (Univap)

Maternidade Contestada: mulher, resistência e justiça no pós-abolição no Vale do Paraíba Paulista (1888-1891) − Sara Carolina Noce Bortoncello (UNIVAP), Luiz Gabriel Xavier de Almeida, Brenda Letícia S. Pinto

Nem escravos, nem cidadãos: uma análise da legislação sobre trabalho, trabalhadores livres e libertos no Brasil oitocentista (1836-1885) − Taina Aparecida Silva Santos (Unicamp)

-- DIA 3 - 17 DE MAIO, QUINTA-FEIRA --

MESA REDONDA 2 - Antirracismo e Educação no Brasil e em Portugal

17 de maio (quinta-feira) - 9h-12h - Auditório do 12º andar

Descrição: 130 anos após a abolição da escravidão no Brasil o racismo continua sendo um elemento estruturante das desigualdades no país. Depois de 15 anos da promulgação Lei n. 10.639/03, mesmo com muitos esforços realizados, ainda é um enorme desafio a sua implementação e a reeducação das relações raciais em nosso país. Em Portugal, passados 44 anos da Revolução de 25 de Abril, apesar do processo de democratização da sociedade portuguesa e das evidentes desigualdades raciais, são patentes os diferentes esforços, tanto de governos quanto de setores da sociedade civil, de fugir dos debates sobre racismo, colonialismo e eurocentrismo, inclusive nos livros didáticos e nas escolas. Ao mesmo tempo, as lutas antirracistas historicamente travadas, produziram/produzem conhecimentos e mudanças em ambas as sociedades. A mesa redonda Antirracismo e Educação no Brasil e em Portugal, articulando a luta política antirracista à produção de conhecimentos no âmbito da Educação, trará reflexões e debates em torno de questões como racismo, eurocentrismo e o ensino de História e culturas da África e dos afrodescendentes nos contextos brasileiro e português.

Nilma Lino Gomes (UFMG), Marta Araújo (CES/Universidade de Coimbra), Silvia Maeso (CES/Universidade de Coimbra)

Coordenador: Amilcar Pereira (UFRJ)

 

Painel 15 − História da Educação: sujeitos negros, coletividades e iniciativas

17 de maio (quinta-feira) - 14h-15h50 - Sala 913

 

Coordenação: Alessandra Frota Schueler (UFF)

“O nosso feminismo”: raça, classe e gênero no pós-abolição carioca (1888-1930) − Luara dos Santos Silva (UFF)

Sophia Ferreira Chaves, Tácito Pires e a racialização da classe e do gênero na imprensa negra de Porto Alegre (1902-1904) − Melina Kleinert Perussatto (UFRGS)

Educação, Liberdade e Cidadania: experiências escolares de escravizados, libertos e negros livres no Paraná (1881-1917) − Noemi Santos da Silva (Unicamp)

Vicente Gomes Jardim: um “artista” e homem “de cor” na Parahyba do Norte (final do século

XIX/início do XX) − Surya Aaronovich Pombo de Barros (UFPB)

Painel 16 – Cultura e política: festas e músicas negras no pós-abolição

17 de maio (quinta-feira) - 14h-15h50 - Sala 912

Coordenação: Lívia Nascimento Monteiro (U. Celso Lisboa)

A Fantasia da África: Diáspora na Negociação da Liberdade Negra − Kim D. Butler (Rutgers University)

"O maxixe é sinceramente humano”: Associativismo dançante e a imoralidade nas ruas do Rio de Janeiro da Primeira República − Juliana da Conceição Pereira (UFF)

Espaços de sociabilidade negra em São Luís do Maranhão no pós-abolição − Carolina Christiane de Souza Martins (UFF)

Macumba e Carnaval: A trajetória de Getúlio Marinho da Silva − Fernanda Epaminondas Soares (UFF)

 

Painel 17 − Conexões campo-cidade e as migrações negras no pós-abolição

17 de maio (quinta-feira) - 14h-15h50 - Sala 910

Coordenação: Matthias Röhrig Assunção (U. Essex)

“Tantas caras tristes, querendo chegar, em algum destino, em algum lugar”: migrações negras, trabalho e trajetórias no Pós-Abolição do Rio de Janeiro (1920-1950) − Carlos Eduardo Coutinho da Costa (UFRRJ)

“Vai devagar prá vortar somando”: práticas comerciais e itinerância na Bahia pós-escravidão − Edinelia Maria Oliveira Souza (Uneb)

Trajetórias comparadas de migrantes rurais brancos e negros: reflexões sobre os efeitos do racismo na inserção no mercado de trabalho e nas possibilidades de ascensão social. Porto Alegre, segunda metade do século XX − Rodrigo de Azevedo Weimer (FEE-RS)

Petrópolis-RJ: cidade de grandes fluxos de população negra na formação do território − Henrique Cunha Junior (UFC) e Renata Aquino da Silva (UFC)

 

Painel 18 − Questões para a educação antirracista no ensino de história

17 de maio (quinta-feira) - 14h-15h50 - Sala 907

Coordenação: Giovana Xavier (UFRJ)

Abayomi: (re)conectando identidades negras − Caroline Lima dos Santos (Unilab)

Enegrecendo as Belas Artes − Joana Darc Araujo da Silva (Secretaria Estadual de Educação-RJ)

Lutas, cultura e ensino de história no Museu Afro Brasil − Jessika Rezende Souza (UFRJ)

Pós-Abolição, currículo e experiências − Juliana da Silva Drumond (Secretaria Estadual de Educação-RJ)

Biblioteca Náutica na Baía de Todos os Santos: Navegando nas águas do Recôncavo Baiano − Bruna Aparecida Thalita Maia e Camila Alves Rosa Santos (Unilab)

Painel 19 – Maternidade, infância e os caminhos da liberdade no pós-abolição

17 de maio (quinta-feira) - 16h-17h50 - Sala 913

Coordenação: Isabel Reis (UFRB)

Maternidade, trabalho e emancipação em São Paulo no ocaso da escravidão (1880-1890) − Marília Bueno de Araújo Ariza (USP)

Recompondo laços: maternidade negra no imediato pós-abolição em Recife, 1890 − Maria Emília Vasconcelos dos Santos (UFRPE)

Nasceu o Menino Satã: uma criança negra no pós-abolição em Pernambuco − Antonio Liberac Cardoso Simões Pires (UFRB)

Os filhos do ventre livre: trajetórias negras, letramento e disputa por direitos no Rio de Janeiro do pós-abolição − Leonardo Affonso de Miranda Pereira (PUC-Rio)

Painel 20 – Abolicionismos: sujeitos, projetos e conflitos

17 de maio (quinta-feira) - 16h-17h50 - Sala 912

Coordenação: Juliano Sobrinho (UNINOVE)

Formas de luta: a resistência negra no Rio de Janeiro (1883-1900) − Júlio Cesar de Souza Dória (UFRJ)

Trajetórias interseccionadas: escravidão e liberdade em temporalidades e espaços compartilhados − Jacó dos Santos Souza (UFBA)

“E porque rasão a parahyba se deveria mostrar surda e imóvel ante o espírito abolicionista?”: o movimento abolicionista na Parahyba do Norte (1864-1888) − Lucian Souza da Silva (UFPE)

Painel 21 − Controle, criminalização e possibilidades de acesso à justiça para sujeitos negros

17 de maio (quinta-feira) - 16h-17h50 - Sala 910

 

Coordenadora: Mariana Muaze (UNIRIO)

Os libertos e a construção de identidades no pós-abolição: em busca da cidadania não conquistada − Carlos Eduardo Moreira de Araújo (UFU)

Linchamentos no Brasil: escravidão, justiça e polícia (1878-1888) − Ricardo Pirola (Unicamp)

Entre a condenação e a liberdade: uma questão de estratégia ou de “cor”? − Caio Sérgio de Moraes (UFF)

A Silenciosa Eloquência: Notas Sobre a Violência Contra Mulheres Negras no Pós-Abolição − Elaine P. Rocha (University of the West Indies)

 

FÓRUM “MICROFONE ABERTO” DE ENSINO DE HISTÓRIA DO PÓS-ABOLIÇÃO NO MUNDO ATLÂNTICO

17 de maio (quinta-feira) - 18h30-20h - Auditório do 12º andar

Coordenadoras: Joyce Fernandes − Preta Rara (Professora de História, rapper e ativista), Janete Santos Ribeiro (Professora de História - ISERJ)

 

-- DIA 4 - 18 DE MAIO, SEXTA-FEIRA --

MESA REDONDA 3 - História Pública e Políticas de Reparação: o caso do Rio de Janeiro

18 de maio (sexta-feira) - 9h-12h - Auditório do 12º andar

Descrição: O II Seminário Histórias do Pós-Abolição no Mundo Atlântico celebra 130 anos da abolição da escravidão no Brasil e 30 anos da aprovação da Constituição de 1988 que, no centenário da lei da abolição, inseriu pela primeira vez no texto constitucional a dívida moral do Estado Brasileiro com a população africana escravizada, sobretudo através do reconhecimento do direito às terras quilombolas e da afirmação do patrimônio cultural afro-brasileiro. A mesa redonda História Pública e Políticas de Reparação toma a cidade do Rio de Janeiro, lócus do principal porto escravista das Américas e epicentro da economia escravista brasileira do século 19, como base histórica para debater algumas das experiências concretas de história pública, como instrumento de política de reparação ao passado escravista, que vêm sendo articuladas a partir da cidade/região nesse novo contexto.

Hebe Mattos (LABHOI/UFF/UFJF), Giovana Xavier (UFRJ), Milton Guran (LABHOI/UFF), Mônica Lima (UFRJ), Nilcemar Nogueira (Secretaria de Cultura da cidade Rio de Janeiro)

Coordenação: Martha Abreu (UFF)

 

Painel 22 – Trabalhadores negros na escravidão e no pós-abolição: diálogos sobre presenças permanentes

18 de maio (sexta-feira) - 14h-15h50 - Sala 913

Coordenação: Robério Santos Souza (UNEB)

Liberdade em movimento: migrações de trabalhadores libertos no pós-abolição entre o campo e as fábricas, (Bahia – Sergipe, 1884-1889) − Camila Barreto Santos Avelino (UFF) e Nilceanne Nogueira Lima Felício (UFBA

Entre a escravidão e a liberdade: uma análise comparativa da trajetória dos africanos livres em dois empreendimentos públicos da Província de São Paulo (1840-1870) – Mariana Alice Pereira Schatzer Ribeiro (Unesp-Assis)

Um sinal da modernidade brasileira: a abolição da escravidão nos discursos sobre a crise dos criados domésticos na cidade do Rio de Janeiro − Flávia Fernandes de Souza (Pesquisadora independente)

Nem tudo era alemão: trabalhadores negros nos teares da Fábrica Santo Aleixo − Felipe Ribeiro (UFFRJ)

 

 

Painel 23 – Quilombos, reconhecimentos e reparações

18 de maio (sexta-feira) - 14h-15h50 - Sala 910

Coordenação:  Daniela Yabeta (Unir)

Sobre o processo de reconhecimento de uma comunidade quilombola na Amazônia oriental: o caso do quilombo do Rosa − David Junior de Souza Silva (UFG)

Novos quilombos no Sul do Mato Grosso: história oral de quilombolas de Mato Grosso do Sul no pós-abolição (1890-2008) − Lourival dos Santos (UFMS)

Festas, patrimônio cultural e lutas políticas em comunidades quilombolas de Mato Grosso: história pública e direito à reparação − Manuela Areias Costa (UNEMAT)

Quilombos, congados e mineração no Triangulo Mineiro e Alto Paranaíba − Claudelir Correa Clemente (UFU)

 

Painel 24 – Indivíduos coletivos: trajetórias de homens e mulheres negras na liberdade

18 de maio (sexta-feira) - 14h-15h50 - Sala 912

Coordenação: Eric Brasil (Unilab)

Eloy tinha um poder...!: Experiências negras no Rio de Janeiro do Pós-Abolição a partir da trajetória de Mano Eloy − Alessandra Tavares (UFRRJ)

O associativismo negro paulistano e o Gandhi da Frente: Frederico Baptista de Souza – São Paulo/Brasil (1875-1937) − Lívia Maria Tiede (Unicamp)

Três acontecimentos e um propósito: a luta pela cidadania negra no pós-abolição em Campinas-SP 1903-1940 − Lúcia Helena de Oliveira Silva (Unesp-Assis)

Quando José Francisco do Nascimento e Innocência Maria Joaquina se unem: caminhos da vida em liberdade na Santa Maria da Boca do Monte/RS − Franciele Rocha de Oliveira (GEPA/UFSM)

 

Painel 25 – Mulheres negras: gênero, trabalho e mobilidade social na escravidão e no pós-abolição

18 de maio (sexta-feira) - 16h-17h50 - Sala 913

Coordenação: Ynaê Lopes dos Santos (FGV)

“Ventre Livre, Braços Negros”: mulheres sertanejas e suas relações de trabalho no pós-abolição (Alto Sertão da Bahia, 1890-1940) − Miléia Santos Almeida (UEFS)

Liberdade, Mobilidade e Gênero: a trajetória de Catharina Maria Roza da Conceição e a escravidão ilegal no Amazonas Oitocentista (1850-1888) − Jéssyka Sâmya Ladislau Pereira Costa (Unicamp)

Trajetórias de empregadas domésticas e relações de apadrinhamento em Feira de Santana (1883-1932) − Keilane Souza de Santana (UEFS)

Delia: escravidão, raça e gênero sob a perspectiva da escrita feminina − Laila T. Correa e Silva (Unicamp)

 

 

Painel 26 – Movimentos Negros e formulação de agendas de reparação

18 de maio (sexta-feira) - 16h-17h50 - Sala 910

Coordenação: Wlamyra Albuquerque (UFBA)

Reinventando o passado: escravidão e liberdade em documentos da CPT após a Campanha da Fraternidade de 1988 − Maria do Carmo Gregório (UFF)

“A gente também é importante, tem até livro contando nossa história”: o papel do fazer acadêmico nas demandas quilombolas por direitos e políticas de reparação − Maria do Carmo Moreira Aguilar (UFRGS)

Movimento pelas reparações no Brasil: notas de pesquisa − Petrônio Domingues (UFS)

Mulheres do Gericinó: lideranças femininas no protagonismo das disputas por direitos sociais e na manutenção da identidade negra e nordestina na Zona Oeste do Rio de Janeiro − Danielle Souza Coutinho (PUC-Rio)

Painel 27 − Intelectualidade negra e pensamento social

18 de maio (sexta-feira) - 16h-17h50 - Sala 912

Coordenação: Amílcar Araújo Pereira (UFRJ)

Antirracismo no Brasil Império: Raimundo Gomes e a luta pelos direitos do “Povo de Cor” na Balaiada − Matthias Röhrig Assunção (University of Essex)

O Elefante Negro: Eduardo de Oliveira e Oliveira, raça e pensamento social no Brasil (São Paulo, década de 1970) − Rafael Petry Trapp (UFF)

Entre Nascimentos: quilombos na gênese de uma filosofia política brasileira − Teófilo Reis (Unicamp)

“É preciso eternizar as palavras da liberdade ainda e agora”: ficções da memória e escrita historiográfica em Conceição Evaristo − Vanessa Massoni da Rocha (UFF)

Clóvis Moura e a historiografia revisionista sobre a escravidão no Brasil − Teresa Malatian (Unesp – Franca)

 

 

CONFERÊNCIA DE ENCERRAMENTO - Poder, gênero e cultura: conquistas e desafios do pós-abolição

18 de maio (sexta-feira) - 19h-21h - Auditório do 12º andar

Conferencistas: Luciene Estevão Nascimento (Quilombo de São José da Serra), Maria de Fátima da Silveira Santos (Jongo de Pinheiral), Marilda de Souza Francisco (Quilombo do Bracuí), Suellen Tavares (Jongo da Serrinha)

Mediadora: Luciana Barreto (EBC)

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